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terça-feira, 31 de maio de 2011

Harrison Fisher

Três quadros do ilustrador americano Harrison Fisher (1875-1934), conhecido como "The father of a thousand girls" pelos seus inúmeros trabalhos que retratavam as moças americanas.
(1) Pretty Lady in big blue hat over a teacup (1909)
(2) Pretty girl over a teacup
(3) In teacup times

segunda-feira, 30 de maio de 2011

As folhas e a xícara de chá

As folhas caem no jardim;
As árvores secam a toda hora;
Queria você só para mim;
Bem pertinho, aqui e agora;

Colocarei a água para esquentar;
Farei um chá para acalmar;
Com cidreira, que eu bem sei;
Esta noite toda, te esperarei;

Olharei para a xícara fria, então;
E terei uma única sensação;
Como as folhas caem sem um roteiro;
Isto tudo não era sincero, era apenas passageiro !!!


Silvia  Femia, fevereiro de 2011
(Publicado originalmente pelo site Recanto das Letras)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Xícara brasileira

 
Xícara de café da marca Porcelana Schmidt, presente de Cláudia Pastor (jogadora da seleção brasileira de basquetebol feminino) em 1995.  Porcelana branca, com barra larga azul marinho no pires. Na xícara, barra central em azul marinho, com flores em azul e rosa. Frisos dourados.

A xícara e o tilintar

Estudos comprovam que nossos ouvidos constituem mecanismo certo para desencadear lembranças direta ou indiretamente ligadas a um som específico. Um barulho qualquer que deixa de ser um simples arranjado sonoro para se tornar o principal responsável pela lembrança exumada de nossa mente.
Catarses sonoras alimentam a alma.
Como o barulho espalhado e contínuo dos pingos de chuva sob o capô do carro que me faz lembrar do seu sorriso farto ao volante. Reparando no fraco delineamento da chuva que ganha forma em meio aos feches de farol alto. Você não se preocupa com a finitude da estrada, mas tão somente em achar bonito o que para muitos não tem cor ou som.
A chuva fria não nos toca, mas arrepia. Você se diverte tanto com o quase contato que toda a maturidade dos seus vinte e nove e meio se dissolvem por completo. Os pingos explodem no vidro temperado e o corpo se retrai de forma instantânea.
O café preto que impregna a porcelana pintada com um sabor pungente e acalenta a boca seca, queimando sempre a ponta da língua, é gosto que não se discute. Percorro a borda dourada da velha xícara com a ponta do dedo indicador para depois depositá-la no perfeito espaço, um pires que jamais se recusa a fazer par.
Catarses sonoras despertam recordações embaçadas, displicentes, embaralhadas nos canais vitais que dilatam conforme a música, respondendo ao incentivo totalmente involuntário de um barulho qualquer.
O tilintar agudo da porcelana roçando é melodia certa para os ouvidos que não tomam o café, mas bebem das lembranças trazidas pelo estalar da louça fina. Lembro-me das coisas que escrevo e de como me sinto ao escrevê-las. Lembro-me de meu real desejo, lampejo de felicidade que percorre a espinha dorsal.
Não saberia dizer das lembranças desenterradas pelas notas de “João e Maria”. Chico Buarque ilustrou minhas aulas de história do Brasil enquanto as cordas do violão rendiam-se aos dedos de minha mãe.
O ronco de um motor. O galo que canta próximo à janela. O grito da vizinha que se pendurava no muro de placas para pedir uma xícara de açúcar. A música irritantemente repedida sempre no mesmo horário. A vinheta da rádio local. O jingle do comercial de refrigerante.
Escute e deixe fluir. Estou na estrada agora, mas dessa vez sozinha. Timidamente “With Or Without You” começa a tocar e não há barulho de chuva. O fim de tarde atenuado pelo filme que escurece o vidro do carro não me lembra você.
O que me faz lembrar do seu sorriso farto é a música. A mesma música que tocou na noite em que a estrada pareceu não ter fim. Você se divertiu tanto com a doçura do momento que a sua maturidade de homem feito dissolveu-se por completo.
Somos um emaranhado de nós cegos. Um novelo de lã que serve de brinquedo para o gato barrigudo. Somos o resultado de nossas experiências, profundas saliências no rosto truncado, na testa franzida pelo sentimento desvelado. Sentido que nos toca fundo, e nos remete ao mundo que existe dentro de nós.

Lorena de Macedo, 2011.
Publicado originalmente no Recanto das Letras em 29/03/2011 (publicação neste blog autorizada pela autora). 

Xícara argentina

 
Xícara de café, sem marca, que veio para mim diretamente da Feira de Santelmo, em Buenos Aires, Argentina. Cerâmica feita à mão pintada de branco, com pontinhos escuros. Peraí ... não são pintados, os pontinhos são vazados. O pires não tem pintura. 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Todo mundo tem ... e usa

CRIANÇAS

Xícaras orientais não têm asa

Qual é o motivo da xícaras de chá não terem asa no Japão e China? A idéia é que se você consegue segurar com as mãos, é porque a temperatura do chá está apropriada para consumo. Se queimar as mãos e não conseguir segurar, é porque pode fazer mal…Os chineses e os japoneses bebem chá quente durante as refeições, nunca água gelada ou bebidas geladas.
Líquidos gelados durante e após as refeições solidificam os componentes oleosos dos alimentos, retardando a digestão; reagem com os ácidos digestivos e serão absorvidos pelo intestino mais depressa do que os alimentos sólidos, demarcando o intestino e endurecendo as gorduras, que ali permanecerão por mais tempo. Daí o valor de um chá morno ou até água morna depois de uma refeição. Facilita a digestão e amolece as gorduras para serem expelidas mais rapidamente, o que também ajuda no emagrecimento.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Xícara japonesa

 
Mini-xícara fabricada no Japão, trazida de Londres pela minha amiga boliviana Maria Antonieta Vargas Arce em 1991. Porcelana pintada em azul marinho. O pires traz pintada, em dourado, a Torre de Londres e a xícara contém a inscrição London. Frisos dourados.

Xícaras rachadas

Os dois lados completam-se, mas ainda existem falhas
Imperceptíveis aos olhos, mas palpáveis aos espíritos
Pequenos vãos onde a luz penetra e cria sombras inimagináveis outrora
Sombras novas, pulsantes,  que se modificam conforme a luminosidade
Criando imagens que amedrontam acalentando
Convite a reflexão:
Valerão elas a pena?
Gisa (Pelotas, RS) abril de 2011

Philip Mercier

Quadro do pintor Philip Mercier (1689-1760), nascido em Berlin, mas radicado na Inglaterra, intitulado "Portrait of a young woman holding a tea tray".

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Xícara alemã

 
Xícara de café da marca Selfmann Weiden, da Alemanha Oriental (Bavária). Porcelana branca, com estampa muito delicada com guirlandas azuis e pequenas flores em branco e azul.

sábado, 14 de maio de 2011

Difícil de explicar: Naksam

Com o fundo musical da Sonata para Violino nº 6, de Paganini, o fotógrafo israelense Mark Naksam apresenta um pps com fotos muito interessantes, trabalhadas no Photoshop.

Um dos quadros mostra esta xícara.
Quem quiser ver o trabalho completo, pode acessar: http://youtu.be/30CM9VA4soA. Vale a pena!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Xícara japonesa


Porcelana creme "casca de ovo" proveniente do Japão. Xícara pintada à mão com exterior e pires em dourado, cachos de flores em azul, laranja, branco e verde. A xícara tem uma borboleta amarela.

Cabeçalhos da net

Blog da Alessandra, que fala de culinária, casa, artesanato, cardápio, dicas, filhos, etc.
http://chavenadechacomigo.blogspot.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

Xícara

A sombra da xícara
a toalha de açúcar.
O fulcro da xícara 
no sepulcro da mesa.

A xícara acesa
na casa do pires.

A xícara infinita
na ausência do céu.
A xícara soluça
porcelanas de chá.
A xícara se esvai
diante das frutas.

A xícara se esquece
e no tecido
de seu esquecimento
a xícara pára
e paralisa o momento.

Álvaro Alves de Faria (1942) – Jornalista e poeta, com 16 livros publicados

Xícara japonesa


Xícara de café da marca J.H.B., do Japão. Porcelana branca "casca de ovo", com bordas largas douradas e frisos pretos na xícara e no pires. Pintada à mão, retrata uma paisagem rural. Interior da xícara também dourado.

Inutilidades

Ninguém coça as costas da cadeira
Ninguém chupa a manga da camisa
O piano jamais abana a cauda
Tem asa, porém não voa, a xícara.

De que serve o pé da mesa se não anda?
E a boca da calça se não fala nunca?
Nem sempre o botão está na sua casa
O dente de alho não morde coisa alguma.

Ah! se tratassem os cavalos do motor...
Ah! se fosse até o circo o macaco do carro....
Então a menina dos olhos comeria
Até o bolo esportivo e bala de revóver.
  
José Paulo Paes (1926-1998)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Xícara brasileira

 
Quem coleciona está sempre atenta para os objetos de seu desejo. Certa vez eu estava ajudando uma amiga a arrumar as coisas que levaria na mudança para a casa nova. No meio da louça estavam duas xícaras, únicas que sobraram de algum jogo de café. Ela me disse para colocar na caixa de objetos que não levaria. Imediatamente, pedi as duas para mim. Pode ficar, foi a resposta. Uma delas eu dei para uma amiga americana de meu sobrinho, que veio em casa com ele e se encantou com a coleção, dizendo que iria começar uma. A outra está aqui. Não é linda?

Xícara de café da marca Porcelana Real que ganhei em 1989. Porcelana branca, com faixa em azul. Tem também outra faixa larga, com desenhos dourados. Frisos e pé dourados.

Olha a xicrinha do Google

Hoje de manhã, abrindo o google para procurar um endereço, a primeira coisa que vi foi o logotipo. Um lindo desenho com uma xícara!  Não me contive e copiei para postar aqui pra vocês. Não é propaganda, heim, mas eu uso bastante essa ferramenta. Um abração!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Xícara brasileira


Xícara de café da marca Porcelana Schmidt. Porcelana branca, com faixa no pires e na xícara, circundada de azul e com flores, corações e casais em traje holandês. Predominam as cores azul, vermelho, amarelo e verde.

A xícara de café do Roberto

A foto e o comentário foram postados por Sampson Moreira em dezembro de 2010 no inovavox.com ("blog de entretenimento, humor, notícias e mais uma ruma de inutilidades") em dezembro de 2010. O desenho é de Sebastian E.

Achei tão criativo, que resolvi repartir com vocês.

"Amanhã de manhã, vou pedir um café pra nós dois."
Encontrei, finalmente, a xícara de café do cantor Roberto Carlos. Olha aí. E você pensando que ele era um muquirana.

Xícara alemã


Xícara de café proveniente da Alemanha da marca Konitz. Porcelana branca. Pires com larga faixa em preto, com a impressão das patinhas do gato em branco. Xícara pintada em vermelho com pratinhos em branco e preto e pedacinho de queijo amarelo. Gatinhos pretos no interior da xícara.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A Xícara

"A Xícara" é o nome pelo qual é conhecida a segunda maior mina de carvão a céu aberto do mundo, por causa de sua cratera monstruosa, situada nos montes Urais, na Rússia. A extração do carvão se dá ali a mais de 600 metros de profundidade.
Atualmente ela produz 321 milhões de toneladas de carvão por ano (é a 5ª maior do mundo) e sua atividade é mínima, em vista do passado. 
A cidade de Korkino, situada a cerca de 50 quil ômetros da capital regional (Techeliabinsk) só existe em função da Xícara. Quando a extração carvoeira começou, nos anos 1930, ela não passava de uma aldeia, hoje, é uma cidade de 60 mil habitantes que circunda a mina.

Texto extraído da net.

Engraçado, olhando bem, não é que parece mesmo uma imensa xícara?

Xícara brasileira

 
Xícara de café (pequena) da marca Porcelana Steatita. Porcelana branca, tem um barrado com fundo preto e flores de tamanhos diversos nas cores rosa, laranja, lilás, vermelho e folhas verdes.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Charles Burton Barber

Quadro do pintor inglês Charles Burton Barber (1845-1894), intitulado Breakfast in bed (1893). Pertence a uma coleção privada de arte.

Xícara isabelina


Xícara em porcelana branca, sem marca, no estilo das denominadas "caipiras". Pintada em verde claro, com frisos dourados. Relevos com folhas laraja, bordô e dourado. Parece que havia uma inscrição, mas o tempo apagou.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Xícara chinesa

 
Mini-xícara de café em porcelana branca, estampada com flores coloridas. Pires e xícara têm uma faixa decorada com uma "grega" vermelha.

Seu futuro numa xícara de café

Sentada num café, comendo meu delicioso waffle, comecei a observar um casal na mesa ao lado e pensar no casal que estará nessa mesma situação ainda essa semana (quer dizer, se ele me ligar né?).
Quanta expectativa colocamos numa xícara de café...sonhos...planos!
Quando duas pessoas assim se encontram a coitada da xícara se torna meracoadjuvante...às vezes até é deixada de lado...esquecida...pobre xícara!
Quando tudo corre bem entre o casal, é celebrada.
Quando tudo dá errado, serve de colo, consolo.
Mas, naquele momento crucial fica ali esquecida e nem reclama.
"Quem diria?! Nós dois aqui hoje!" – clássico né?
Não tanto quanto uma xícara de café.

Lili Belotti, julho de 2010

Xícara boliviana

 
Xícara de café artesanal feita em cerâmica. Presente de minha amiga Eunice Arias, veio de Cochabamba, na Bolívia, e é confeccionada e pintada à mão.

Todo mundo tem ...e usa

ATORES E ATRIZES ESTRANGEIROS
1ª fila: Errol Flyn (EUA), Hugh Grant (Inglaterra), Kim Novak (EUA
2ª fila: Harrison Ford (EUA), Gina Lolobrígida (Itália), Ingrid Bergman (Suécia)
Viram? De todas as partes do mundo!