xícara - cup - taza - Кубак - vaso - coppa - kopp - الكأس - tasse - beker - fincan - גלעזל - κύπελλο - pehar - чаша - kupillinen - cawan - чашка - kop - koppie - kikombe - գավաթ - chávena - filxhan - kopa - কাপ - 컵 - kup - kuppi - カップ- cốc - inkomishi
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
James Tissot
James Joseph Jacques Tissot (1836-1902)
foi um pintor e ilustrador francês de origem italiana. Pintor de muito sucesso
na sociedade parisiense, mudou-se para Londres dem 1871, onde passou a usar o
nome de James Tissot. Tornou-se um pintor famoso retratando mulheres elegantes
em várias cenas da vida cotidiana. Também pintava cenas e personagens da
Bíblia.
"Reading the News" - óleo sobre tela de 1874, atualmente na Richard Green Gallery, em Londres (coleção particular).
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Xícara brasileira
Xícara de café sem marca, presente de minha cunhada Amir Jardim (Inhumas, GO). Porcelana branca, tem a forma de uma cumbuquinha. Pires e xícara decalcados com pequenos ramos de flores.
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Uma xícara de arte
A artista plástica chinesa
Hong Yi faz belas pinturas usando apenas uma xícara e manchas de café.
Inspirada no cantor taiwanês Jay Chou, que tem uma música cujo primeiro verso fala sobre levantar uma xícara de café do pires, enquanto o último fala sobre pedaços e fragmentos, ela pintou um retrato do artista. Ela explica que "o projeto demorou cerca de 12 horas para ser concluído. Café é um meio bem desafiador para ser usado — com água demais, os aros não se formam facilmente, com água de menos eles ficam muito fortes. E eu tive que ser muito precisa ao colocar a xícara [na tela], porque os aros seriam permanentes”.
Inspirada no cantor taiwanês Jay Chou, que tem uma música cujo primeiro verso fala sobre levantar uma xícara de café do pires, enquanto o último fala sobre pedaços e fragmentos, ela pintou um retrato do artista. Ela explica que "o projeto demorou cerca de 12 horas para ser concluído. Café é um meio bem desafiador para ser usado — com água demais, os aros não se formam facilmente, com água de menos eles ficam muito fortes. E eu tive que ser muito precisa ao colocar a xícara [na tela], porque os aros seriam permanentes”.
Veja como a artista fez a tela e ouça a canção que a inspirou:
https://youtu.be/VOfePvzW1tsE
Se esta fosse a única técnica impressionante da moça, já estaria de
bom tamanho, mas ela já pintou um retrato de um jogador de basquete usando como
pincel uma bola, o retrato da cantora Adele usando velas acesas, etc. MAS ISSO JÁ É OUTRA HISTÓRIA.
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Café expresso - Brasileira
Xícara geralmente usada para servir café expresso, presente da Glorinha Carvalho Dutra, minha prima. Porcelana branca, com belo decalque de um sapato de salto no lado de fora e miniatura do mesmo desenho no interior. Os detalhes mais marcantes são o formato do pires e o tamanho da xícara(bem grande).
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Minha coleção,
Xícara de café,
Xícara para café expresso
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
Xícara brasileira
Xícara de café sem marca. Porcelana branca, decorada com araucárias em preto no pires e xícara. Barrado largo em ambas as peças com desenho estilizado. No pires escrito em verde: Lembrança de Curitiba.
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Coleção Dina Faria,
Minha coleção,
Xícara de café
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Exposição
A estranha Xícara
Texto de Zé Paiva - Engenheiro mecânico (de formação) e fotógrafo profissional (por opção), publicado originalmente no blog https://zepaiva.com/2019/01/02/a-estranha-xicra/#more-5860
Está em cartaz no Instituto Ling, em Porto Alegre, a exposição de fotografias “A Estranha Xícara”, de Luiz Carlos Felizardo. “Feliz”, para os amigos, é um dos grandes fotógrafos brasileiros. Tem um currículo invejável. Foi bolsista da Comissão Fullbright na década de 80 trabalhando sob a supervisão do mestre Frederick Sommer no Arizona. Expôs em várias cidades do Brasil e do exterior e, em 2011, foi o autor homenageado no Festival de Fotografia de Porto Alegre, com uma exposição retrospectiva no Santander Cultural. Como se não bastasse, ainda é um excelente escritor. Foi colunista da Revista Aplauso por muitos anos e publicou dois livros de crônicas: Relógio de Ver e Imago (vale a pena ler os dois).
Alguns anos atrás, quando estive pela primeira vez no seu apartamento, ele me mostrou uma das primeiras experiências onde mesclava uma de suas magníficas fotografias em preto e branco (uma ruela em alguma cidade medieval européia) com um cachorrinho fotógrafo de nome Droopy. Fiquei muito surpreso com a imagem, pois quebrava todo o paradigma que eu tinha formado sobre a obra do Felizardo. Um fotógrafo na linhagem direta dos mestres da straight photography: Weston, Adams, Stieglitz e outros. Fotografou muito tempo com câmeras de formato grande, aquelas que tem um fole e que o fotógrafo se esconde sob um pano preto para visualizar a imagem. Na época ele já estava com ataxia, uma doença que compromete seriamente a coordenação motora. Então aquele era o caminho que havia escolhido para seguir seu trabalho autoral. Resumindo, não consegui ter uma opinião sobre a imagem que ele me mostrava, fiquei desconcertado.
Vários anos depois tenho o prazer de ver esse trabalho exposto na galeria do Instituto Ling. Agora faz muito sentido. Talvez porque eu tenha vindo preparado para essa nova linguagem do Feliz. Estão expostas as imagens e os objetos pessoais que deram origem às mesmas. O título da mostra refere-se ao poema Cerâmica (1962), de Carlos Drummond de Andrade: Os cacos da vida, colados, formam uma estranha xícara./ Sem uso, / ela nos espia do aparador. Se estiver em Porto Alegre, não deixe de ver a exposição. Feliz tem lugar de destaque no panteão dos meus mestres.
QUANDO: De 20 de novembro de 2018 a 23 de março de 2019
Segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h;
Sábados, das 10h30 às 20h;
Domingos e feriados: fechado. Entrada franca
ONDE: Instituto Ling
Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras
Porto Alegre | RS)
Texto de Zé Paiva - Engenheiro mecânico (de formação) e fotógrafo profissional (por opção), publicado originalmente no blog https://zepaiva.com/2019/01/02/a-estranha-xicra/#more-5860
Está em cartaz no Instituto Ling, em Porto Alegre, a exposição de fotografias “A Estranha Xícara”, de Luiz Carlos Felizardo. “Feliz”, para os amigos, é um dos grandes fotógrafos brasileiros. Tem um currículo invejável. Foi bolsista da Comissão Fullbright na década de 80 trabalhando sob a supervisão do mestre Frederick Sommer no Arizona. Expôs em várias cidades do Brasil e do exterior e, em 2011, foi o autor homenageado no Festival de Fotografia de Porto Alegre, com uma exposição retrospectiva no Santander Cultural. Como se não bastasse, ainda é um excelente escritor. Foi colunista da Revista Aplauso por muitos anos e publicou dois livros de crônicas: Relógio de Ver e Imago (vale a pena ler os dois).
Alguns anos atrás, quando estive pela primeira vez no seu apartamento, ele me mostrou uma das primeiras experiências onde mesclava uma de suas magníficas fotografias em preto e branco (uma ruela em alguma cidade medieval européia) com um cachorrinho fotógrafo de nome Droopy. Fiquei muito surpreso com a imagem, pois quebrava todo o paradigma que eu tinha formado sobre a obra do Felizardo. Um fotógrafo na linhagem direta dos mestres da straight photography: Weston, Adams, Stieglitz e outros. Fotografou muito tempo com câmeras de formato grande, aquelas que tem um fole e que o fotógrafo se esconde sob um pano preto para visualizar a imagem. Na época ele já estava com ataxia, uma doença que compromete seriamente a coordenação motora. Então aquele era o caminho que havia escolhido para seguir seu trabalho autoral. Resumindo, não consegui ter uma opinião sobre a imagem que ele me mostrava, fiquei desconcertado.
Vários anos depois tenho o prazer de ver esse trabalho exposto na galeria do Instituto Ling. Agora faz muito sentido. Talvez porque eu tenha vindo preparado para essa nova linguagem do Feliz. Estão expostas as imagens e os objetos pessoais que deram origem às mesmas. O título da mostra refere-se ao poema Cerâmica (1962), de Carlos Drummond de Andrade: Os cacos da vida, colados, formam uma estranha xícara./ Sem uso, / ela nos espia do aparador. Se estiver em Porto Alegre, não deixe de ver a exposição. Feliz tem lugar de destaque no panteão dos meus mestres.
QUANDO: De 20 de novembro de 2018 a 23 de março de 2019
Segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h;
Sábados, das 10h30 às 20h;
Domingos e feriados: fechado. Entrada franca
ONDE: Instituto Ling
Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras
Porto Alegre | RS)
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Xícara brasileira
Xícara de café brasileira, sem marca. Porcelana branca decorada com faixas na cor salmão e galho de rosa como se fosse bordado em ponto cruz. Pires também pintado na cor salmão.
terça-feira, 25 de junho de 2019
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