Pela primeira vez encontrei um filme brasileiro sobre xícaras. Intitulado "A velha que colecionava xícaras", é um curta-metragem de Daniela Geisler e
João Mamedes. Um drama que se passa em 20 minutos, teve sua pré-estreia na Fundação Cultural BADESC – Florianópolis, SC, no dia 24 de julho de 2015. Atuam
Sônia Guedes, Mirella Granucci e Leandro Batz.
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quinta-feira, 24 de agosto de 2017
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Título: Storm in a teacup
País: Inglaterra
Ano: 1937
Diretor: Victor Saville e Ian Dalrymple
Atores pincipais: Vivien Leigh, Rex Harrison, Cecil
Parker e Sara Allgood
Conta
a história de um político escocês que tentava fazer parar um repórter que
escreveu um artigo negativo sobre ele, ao mesmo tempo em que estava apaixonado
por sua filha.
É interessante notar que o filme tinha vários posters de divulgação e em todos eles lá estava ela: a xícara.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Filme: Way Down East
Título do filme: Way Down East
País: USA
Ano: 1920
Diretor: D.W. Griffith
Característica: Filme em preto e banco, cinema mudo
Atores principais: Lillian Gish e Richard Barthelmess.
Drama romântico do cinema mudo, esta foi uma das 4 adaptações de um drama do século 19 do mesmo título. Antes desta foram feitas mais duas versões de cinema mudo e depois, em 1935, foi filmada uma versão sonora tendo como ator principal Henry Fonda.
Na foto, a atriz Lillian Gish.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
My fair lady
Sempre gostei muito de cinema. Quando eu era menina, meu pai me levava ao cinema em São João Del-Rei. Imaginem que eu assisti com ele o filme "O Ébrio", com Vicente Celestino, nos anos 1950 (muita saudade do meu pai). Ih, não deveria falar isso, pareço ter cem anos (kkkk)!
Dentre tantos atores e atrizes que assisti ao longo da vida, sempre gostei muito de Audrey Hepburn (aliás, acho que é minha atriz preferida).
No filme My Fair Lady (1964), do diretor George Cukor, Audrey interpreta uma mendiga, vendedora de flores, desajeitada e ignorante (completamente diferente dela, uma moça fina, elegante e engajada em atividades humanitárias durante toda a vida), adotada por um culto professor de fonética(interpretado por Rex Harrison) que apostou com um amigo ser capaz de transformar uma pessoa simples numa dama da alta sociedade, num espaço de seis meses.
O filme tem duas cenas que focalizam (mais especialmente) o uso de xícaras de chá.
Uma delas é quando o professor, tentando fazer Elisa andar com elegância, atravessa a sala várias vezes com uma xícara na cabeça, ensinando postura e equilíbrio.
A outra é uma de suas lições de dicção, em que ela tem que pronunciar “xícara de chá” dezenas de vezes. Durante o chá da tarde ela repete inúmeras vezes “cup cup cup cup of of of of of tea”, até adquirir uma pronúncia perfeita.
Dentre tantos atores e atrizes que assisti ao longo da vida, sempre gostei muito de Audrey Hepburn (aliás, acho que é minha atriz preferida).
No filme My Fair Lady (1964), do diretor George Cukor, Audrey interpreta uma mendiga, vendedora de flores, desajeitada e ignorante (completamente diferente dela, uma moça fina, elegante e engajada em atividades humanitárias durante toda a vida), adotada por um culto professor de fonética(interpretado por Rex Harrison) que apostou com um amigo ser capaz de transformar uma pessoa simples numa dama da alta sociedade, num espaço de seis meses.
O filme tem duas cenas que focalizam (mais especialmente) o uso de xícaras de chá.
Uma delas é quando o professor, tentando fazer Elisa andar com elegância, atravessa a sala várias vezes com uma xícara na cabeça, ensinando postura e equilíbrio.
A outra é uma de suas lições de dicção, em que ela tem que pronunciar “xícara de chá” dezenas de vezes. Durante o chá da tarde ela repete inúmeras vezes “cup cup cup cup of of of of of tea”, até adquirir uma pronúncia perfeita.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O Discurso do Rei
Gostei muito deste filme. Recomendo. É baseado na história real do Rei George VI Inglaterra, pai da atual Rainha Elizabeth II.
Lançamento: 2010 (Inglaterra)
Direção: Tom Hooper
Atores principais: Colin Firth, Helena Bonham Carter, Geoffrey Rush, Michael Gambon.
Sinopse
Desde os 4 anos, George (Colin Firth) é gago. Este é um sério problema para um integrante da realeza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. George procurou diversos médicos, mas nenhum deles trouxe resultados eficazes. Quando sua esposa Elizabeth (Helena Bonham Carter) o leva até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, George está desesperançoso. Lionel se coloca de igual para igual com George e atua também como seu psicólogo, de forma a tornar-se seu amigo. Seus exercícios e métodos fazem com que George adquira autoconfiança para cumprir o maior de seus desafios: assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão. O filme ganhou, em fevereiro de 2011, o Oscar de melhor filme, melhor direção e melhor roteiro original. Colin Firth, que interpreta o rei George VI, venceu na categoria melhor ator.
Nada mais característico da realeza britânica do que o chá, servido pela rainha (na foto, Helena B. Carter).
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Chá com Mussolini
Título Original: Tea with Mussolini
Diretor: Franco Zeffirelli
País de Origem: Itália/Inglaterra
Ano de Lançamento: 1999
Elenco: Cher, Judi Dench, Joan Plowright, Maggie Smith, Lily Tomlin, Baird Wallace, Charlie Lucas, Claudio Spadaro
Sinopse:
Um garoto italiano, não assumido por seu pai, passa a ser criado por senhoras inglesas que vivem em Florença.
O diretor relata o período de 1935 a 1944, através da vida destas senhoras, desde a época em que gastam suas tardes em calmas casas de chá [e lá estão sempre as xícaras] até o momento em que passam a ser detidas como inimigas políticas pela ascensão do fascismo.
Conhecidas como as " scorpioni" pela comunidade local, elas passam a cuidar do garoto, aproximando-o das artes e da língua inglesa.O título do filme refere-se a um rápido momento do roteiro: enquanto começa a ferver o fascismo, uma delas vai até Mussolini pedir proteção para o grupo de inglesas. É aí que o Duce, tomando chá [olha as xícaras aí, novamente] com as senhoras, garante-lhes segurança, para mais tarde declarar guerra contra a Inglaterra.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Interlúdio
Título original do filme: NotoriousLançamento: 1946 (EUA)
Direção: Alfred HitchcockAtores principais: Cary Grant, Ingrid Bergman, Claude Rains
Ingrid Bergman (Alicia) faz o papel de uma espiã que aceita se casar com um homem investigado pelo governo norteamericano. Cary Grant (Devlin) faz o papel do contato, o agente que a recruta e passa instruções. A personagem de Ingrid é apaixonada por Cary, mas tem que ser a esposa de Claude Rains (Sebastian) para cumprir os planos do governo. Ela é descoberta mas só fica sabendo que está em perigo quando está prestes a morrer envenenada. Bem ao estilo Hitchcock, o clima de angústia é crescente e uma xícara de café é mostrada em detalhe, ao ser servida pelo marido à espiã, que a bebe ... (bem, vocês precisam asistir o filme para saber mais).
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Kwaidan: In a cup of tea
País de origem: Japão
Lançamento: 1964
Diretor: Kobayashi Masaki
Atores: Nakamura Kanemon, Takizawa Osamu, Sugimura Haruko e Nakaya Noboru
O filme venceu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes em 1964. São quatro histórias de horror, bem típicas, e antiquadas, de numa época em que o "sobressalto" e a "reviravolta" eram a norma no cinema de gênero, ocasionalmente substituídos por uma esperteza artificiosa que passa por argumento bem construído.
O episódio que focalizo (In a cup of tea) é o último do filme e conta a história de um guerreiro samurai que encontra, certa manhã, um rosto refletido em sua xícara de chá. O curioso é que não há uma pessoa a ser refletida. Assim, o guerreiro joga fora a xícara e obtém uma nova ... nesta aparece o mesmo rosto, ainda mais perto. Depois de algumas xícaras quebradas, o samurai bebe o chá com o rosto dentro. Mais tarde naquela noite, ele recebe uma visita diferente ... alguém que parece estranho, mas que ele acha que viu recentemente. O guerreiro duela com o fantasma. Assustador e divertido ao mesmo tempo, o episódio tem grandes ângulos de câmera e um posfácio bizarro.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Sobre café e cigarros (2)
terça-feira, 30 de março de 2010
Sobre Café e Cigarros
Sobre Café e Cigarros (Coffe and cigarettes, 2004), filme em preto e branco de Jim Jarmuch, tem a força de transformar a percepção do espectador e por isso é um marco na história do café e do cinema. É um filme com o mais fino humor nonsense e inúmeras referências, mas, antes de tudo, trata-se de um olhar único para a beleza e os significados contidos no ato cotidiano de encontrar com alguém, conversar, fumar e beber café. Os enquadramentos mostram os rituais particulares que cada um desenvolve com sua xícara, atentos para as diferenças na quantidade de açúcar colocado ou não, para os giros da colherinha e para cada gole, mostrando que em gestos e escolhas banais podem estar os traços mais subjetivos e interessantes de uma personalidade.
O longa é uma reunião de 11 curtas-metragens, gravados com três diferentes diretores de fotografia, durante um período de 16 anos e reúne um elenco inusitado, formado por nomes conhecidos e premiados do cinema, outros menos conhecidos, cantores de rock e uma cartunista famosa. Bebendo café e fumando cigarros, eles discutem os mais variados temas, tais como picolés com cafeína, Abbott & Costello, a ressurreição de Elvis Presley, a forma correta de se preparar um chá inglês, desentendimentos familiares, Paris nos anos 1920, música e o uso da nicotina como inseticida.
O filme é classificado como comédia, drama e musical (por aí se pode ter uma idéia de sua diversidade).
Mais uma curiosidade - na quase totalidade do longa-metragem os personagens são chamados pelos nomes verdadeiros dos seus intérpretes: Roberto Benigni (Roberto), Steven Wright (Steven), Steve Buscemi (Garçom), Iggy Pop (Iggy), Tom Waits (Tom) Joseph Rigano (Joe), Vinny Vella (Vinny), Vinny Vella Jr. (Vinny Jr.), Renee French (Renee), E.J. Rodriguez (Garçom), Alex Descas (Alex), Isaach De Bankolé (Isaac), Mike Hogan (Garçom), Jack White (Jack), Meg White (Meg), Alfred Molina (Alfred), Steve Coogan (Steve), Katy Hanz (Katy), Bill Murray (Bill Murray), William Rice (Bill), Taylor Mead (Taylor), Cinquée Lee (Gêmeo malvado), Joie Lee (Gêmeo bondoso), Cate Blanchett (Cate/Shelly).
Mais uma curiosidade - na quase totalidade do longa-metragem os personagens são chamados pelos nomes verdadeiros dos seus intérpretes: Roberto Benigni (Roberto), Steven Wright (Steven), Steve Buscemi (Garçom), Iggy Pop (Iggy), Tom Waits (Tom) Joseph Rigano (Joe), Vinny Vella (Vinny), Vinny Vella Jr. (Vinny Jr.), Renee French (Renee), E.J. Rodriguez (Garçom), Alex Descas (Alex), Isaach De Bankolé (Isaac), Mike Hogan (Garçom), Jack White (Jack), Meg White (Meg), Alfred Molina (Alfred), Steve Coogan (Steve), Katy Hanz (Katy), Bill Murray (Bill Murray), William Rice (Bill), Taylor Mead (Taylor), Cinquée Lee (Gêmeo malvado), Joie Lee (Gêmeo bondoso), Cate Blanchett (Cate/Shelly).
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Alice no país das maravilhas (2010)
Esta nova versão do filme, apresentada pela Walt Disney Pictures e dirigida por Tim Burton, será lançada no dia 5 de março de 2010 nos Estados Unidos. O lançamento no Brasil será no dia 16 de abril.
O elenco tem como atores principais Mia Wasikowska (Alice), Johnny Deep (Chapaleiro Maluco), Anne Hathaway (Rainha Branca) e Helena Bonham Carter (Rainha Vermelha).
Nesta versão, Alice, com 19 anos, retorna ao país das maravilhas, lugar já visitado e esquecido, onde reencontra velhos amigos para novas aventuras.
O elenco tem como atores principais Mia Wasikowska (Alice), Johnny Deep (Chapaleiro Maluco), Anne Hathaway (Rainha Branca) e Helena Bonham Carter (Rainha Vermelha).
Nesta versão, Alice, com 19 anos, retorna ao país das maravilhas, lugar já visitado e esquecido, onde reencontra velhos amigos para novas aventuras.
Alice no país das maravilhas (1951)
Baseado no livro de Lewis Carroll, o desenho animado, em longa metragem e produzido por Walt Disney foi lançado em 1951. Não é somente um filme agradável aos olhos, é também extremamente divertido e dá ao seu espectador 75 minutos de muito entretenimento.
As cenas do chá tomado por Alice com o Chapeleiro Maluco e a Lebre de Março são lindas.


O estilo das gags utilizadas dá a idéia de que o plausível é ignorado mas nunca contestado, como pode ser visto na cena em que a Lebre Maluca atende ao pedido de Alice por meia xícara de chá fatiando a mesma ao meio (desafiando também as leis da gravidade).
As cenas do chá tomado por Alice com o Chapeleiro Maluco e a Lebre de Março são lindas.
O estilo das gags utilizadas dá a idéia de que o plausível é ignorado mas nunca contestado, como pode ser visto na cena em que a Lebre Maluca atende ao pedido de Alice por meia xícara de chá fatiando a mesma ao meio (desafiando também as leis da gravidade).
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