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quinta-feira, 5 de abril de 2018

John Everett Millais


Este quadro, denominado "Portrait of Mary Chamberlain", de Sir John Everett Millais,  pintor e ilustrador inglês, é de 1891 e se encontra atualmente na coleção da Biblioteca da Universidade de Birmingham.

O pintor, 1º Baronete de Millais of Palace Gate and Saint Ouen, nasceu em Southampton (1829-1896). Criança prodígio, aos 11 anos tornou-se o estudante mais jovem a ingressar na Academia Real Inglesa idade inédita entre os alunos da academia. Foi um dos fundadores da Irmandade Pré-Raphaelita e deixou uma vasta obra, tendo caminhado entre vários estilos e assuntos.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Provérbio chinês





Nós somos igual a uma xícara cheia; 
para que novos conhecimentos possam entrar, devemos antes esvaziar o conteúdo antigo.





Cerâmica mexicana


Belíssima xícara de café que ganhei de minha amiga Susana Maia. Cerâmica fina produzida em Puebla, México pela empresa Uriarte Talavera. Pouco depois da sua fundação, Puebla já era reconhecida pela sua produção de cerâmica fina, especialmente a pertencente ao estilo conhecido como talavera. Este estilo foi desenvolvido graças à argila de boa qualidade que abunda na região e ao rápido progresso dos artesãos. Entre 1550 e 1570, um ceramista oriundo do povo manchego de Talavera de la Reina chegou a Puebla para ensinar técnicas européias, assim como a utilização do torno de olaria e o vidragem de estanho. A mistura entre os desenhos locais e os métodos espanhóis, originou o que ficou conhecido como talavera poblana. A técnica da vidragem da talavera foi utilizado para decorar os mosaicos que ainda enfeitam muitos edifícios da cidade. Mais tarde começou a ser utilizado em vasilhas, pratos e outros utensílios. Por volta do século XVII, a indústria tinha sido estabelecida de maneira sólida. 

terça-feira, 3 de abril de 2018

Reaproveitando xícaras quebradas

Ficaram lindas as pulseiras. É só cortar no tamanho desejado, lixar e completar com um belo laço.

Abril de 2018


quinta-feira, 29 de março de 2018

Um ritual de afeto


Meu dia só começa depois da primeira xícara de café. É a rotina, desde criança. Nunca fui de leite, menos ainda de achocolatado. Gosto mesmo é de um bom cafezinho. Sem açúcar é perfeito. Gosto de sentir aquele amargo meio doce para assim poder ver a vida e o dia com bons olhos. É nessa hora que o sol diz bom dia!
Quando era pequena, eu já contei isso por aqui, tinha um pé de café no jardim da casa onde eu nasci e cresci, bem no meio da área urbana. Era uma amostra isolada do que naquele tempo ainda cobria o horizonte no campo. E rendia aquele pé de café. 
Todo ano a gente repetia o mesmo ritual: colhia os grãos, deixava secar, depois descascava, torrava e moía. Era uma alegria só. O pó caseiro durava uns meses. Uma vez por semana, para completar o que era bom, a vó fazia pão em casa. E, claro, não sem cerimônias: depois de amassar e colocar a massa para descansar, ela separava uma bolinha e colocava em um copo com água; quando a bolinha subia é porque o pão estava bom para ir ao forno. Dali a pouco vinha aquele cheirinho inconfundível que inundava a casa. Me lembro bem disso tudo. Pão quentinho com manteiga e café caseiro fresquinho. O par perfeito. 
Estava certa que daí vinha meu vício e minha relação de afeto com o café. Mas outro dia fui pega de surpresa. O amor vem de antes. Assim do nada, em poucas palavras, a vó contou que nasceu debaixo de um pé de café. Isso lá nos idos de julho de 33. Estava frio, a bisa foi pra roça trabalhar como todo dia e entrou em trabalho de parto. Não deu tempo de voltar para casa e a vó nasceu ali mesmo, no meio do cafezal. Diz ela que foi embrulhada no pano de prato que a bisa levava enrolado na marmita. Tudo assim, muito simples, sem drama. 
Naquele tempo parto bom e humano era aquele em que a criança nascia bem, como tem que ser e do jeitinho que a vida gosta. Nada de polêmicas. A vó nasceu. E a vida gostou do que viu. Veio ao mundo com muita saúde e cheia de história para contar e se aparecer, lógico, como uma boa leonina. Foi ali que nasceu o vício e todo o afeto. 
Hoje, no dia a dia, faço meu próprio café. Mas gosto mesmo é do dela. Com açúcar e tudo e preparado no coador de pano. Para brindar seus 81 anos, completados essa semana, tomamos um bom café. E ali na varanda, sentadas nas cadeiras de corda, ela contou mais uma vez a história que eu sei de cor e salteada, de quando ela ainda era mocinha e cuidava da casa enquanto todo mundo ia para a roça e ficava ouvindo o rádio e escrevendo cartas para o radialista e sonhando em conhecê-lo: "Se fosse hoje, filha, eu teria ido..." 
Na quarta-feira, depois da xícara de café, a vida disse mais uma vez bom dia! 

Érica Zanon
Publicado em 16 de julho de 2014 na “Folha de Londrina”

Carlos Gardel no Bar Facal.

O BAR FACAL, um dos mais antigos do centro de Montevidéu, está localizado na sua principal avenida, a 18 de Julio. A magia do lugar é dada por seu acolhedor terraço e principalmente pela famosa Fonte dos Cadeados. Oferece, desde um menu executivo, diferentes pratos e uma grande variedade de chivitos, pizzas, waffles, assim como deliciar-se com o melhor sorvete artesanal de doce de leite da cidade. Durante todo o ano é possível desfrutar de um espetáculo de tango a céu aberto para sentir e viver a história presente da cidade de Montevidéu.


Na entrada, a estátua de Carlos Gardel faz a delícia dos turistas. Ninguém sai de lá sem uma foto ao lado do famoso cantor. A xícara? Sempre presente.

Trio inglês

Trio proveniente da Inglaterra. Porcelana creme decorada com ramos de flores variadas. Frisos em dourado em todas as peças. TRIO composto por xícara, pires e prato para bolo.