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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Xicrinhas de casa de bonecas


Pequenina louça que me foi dada por Mariana (minha netinha), pois pertencia à sua casa de bonecas. Porcelana branca decorada com moinho e frisos azuis, compreende leiteira (1,4 cm) e 3 xicrinhas (1 cm cada) com pires (2,1 cm) sobre pequenina bandeja (5,9 cm x (4 cm). Comparem o tamanho com a moeda de 1 real na fotografia.

Elizabeth Sarah Guinness

Dois quadros de Elizabeth Sarah Guinness, pintora inglesa (1850-1934), que têm xícaras em sua cena.

Boliviana




Já postei algumas fotos desta xicrinha. Agora estou completando com mais uma peça do conjunto: o bulinho. Proveniente da Bolívia (Cochabamba), esta miniatura foi presente de minha filha Lígia. A xícara tem 2,5cm altura e 4,5cm largura. O pires mede 7,2cm de diâmetro. Cerâmica creme com detalhes em relevo (casa, jardim, árvore em tons de marrom). É um trabalho minucioso e delicado e está assinado.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Xícara americana


Mini-xícara de porcelana branca, sem marca, adquirida em Boston, Massachussets, EUA. Tem impressos a palavra Boston (xícara) e Faneuil Hall Market Place (pires). Frisos dourados. 

O Faneuil Hall Market Place é ponto turístico onde se pode fazer compras, comer, divertir-se e experimentar parte da história americana. Encontrei lá um café de brasileiros, com quitutes de nosso país.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Novembro é azul.
É tempo de apoiar a campanha de prevenção ao câncer de próstata.


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Pequenina egoista


Mini-xícara de café. Porcelana branca com larga faixa dourada e faixa mais estreita bordô (no interior da xícara e no pires).  Tem a palavra “EU” estampada na frente, por isso a chamo de ‘egoista’. Frisos dourados no pé e asa com recortes, também dourada.

A xícara de café


Vagando entre o sonho e a realidade,
mergulho os pensamentos
na xícara de café,
quebro uma casquinha de pão nos dentes
no lirismo das 4 da tarde.


A cafeteria num ponto mágico
me traz a luz da rua
e a energia vital
desprendida das coisas paradas,
é como se eu pudesse ver
as verdades alheias.



Movimento da rua
feito de passos largos
e um homem inerte
que capturo com o olhar
em silêncio num banco,
momento que pressinto
paz e calmaria.



Mergulho os olhos na
xícara de café
imóvel
a colher move
meus olhos parados...



A xícara e o café
de um se faz o outro
eternos...
Encanto que me tira
a pressa
e me faz desperta e atenta,
apaziguada e viva.



Ao redor da xícara de café,
há uma folha mágica,
de onde os versos emergem
e oculta a realidade,
provocando minha alma
para contar minha história:
a fala do silêncio,
de quem caminha sozinha.


                                    Rosemary Chaia

Rosemary Chaia nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerias, e se mudou para São Paulo em 1996. Graduou-se em Letras e Filosofia. É poeta e escritora. Tem dois  livros publicados: Sol de Primavera e Uma Vírgula. Foi professora de Língua Portuguesa pela rede municipal e particular em Juiz de Fora e pela particular em São Paulo. Atualmente dedica-se à Literatura.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Xícara japonesa


Xícara de chá sem marca, encontrada no comércio popular em São Paulo. Porcelana branca, decorada com flores em relevo, também brancas e com centro em cor-de-rosa. Sem asa.