Em 2000 o Sr. José Eron da Silva Haesbaert, procurando manter viva a memória de sua familia que está no Brasil desde 1845, criou com recursos próprios o museu Fragmentos do Tempo na cidade de Mata (Rio Grande do Sul). Além de expor objetos e fotos da familia, o Museu tem o maior acervo de porcelanas da marca Pozzani, que somam mais de 200 jogos.
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quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Museu Fragmentos do Tempo
A história da família Haesbaert começou em 1803, quando nasceu em Kleve, na Renânia, Johann Peter Christian
Haesbaert. Aos seis anos de idade Johann já estava órfão de pai e mãe. Aos 21 anos emigrou para os EUA, onde estudou teologia no
Seminário Lutherano de Gettysburg na Pensilvânia no ano de 1828 a 1831.
Casou-se por duas vezes ainda nos EUA. Com a primeira esposa não teve filhos. Veio para o Brasil em meados de 1845 e assumiu a igreja Luterana em Hamburgerberg, Rio Grande do Sul . Com a segunda esposa teve onze filhos, todos brasileiros.
Em 2000 o Sr. José Eron da Silva Haesbaert, procurando manter viva a memória de sua familia que está no Brasil desde 1845, criou com recursos próprios o museu Fragmentos do Tempo na cidade de Mata (Rio Grande do Sul). Além de expor objetos e fotos da familia, o Museu tem o maior acervo de porcelanas da marca Pozzani, que somam mais de 200 jogos.
Em 2000 o Sr. José Eron da Silva Haesbaert, procurando manter viva a memória de sua familia que está no Brasil desde 1845, criou com recursos próprios o museu Fragmentos do Tempo na cidade de Mata (Rio Grande do Sul). Além de expor objetos e fotos da familia, o Museu tem o maior acervo de porcelanas da marca Pozzani, que somam mais de 200 jogos.
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