Xícara de café sem marca, presente de minha cunhada Amir Jardim (Inhumas, GO). Porcelana branca, tem a forma de uma cumbuquinha. Pires e xícara decalcados com pequenos ramos de flores.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2019
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Uma xícara de arte
A artista plástica chinesa
Hong Yi faz belas pinturas usando apenas uma xícara e manchas de café.
Inspirada no cantor taiwanês Jay Chou, que tem uma música cujo primeiro verso fala sobre levantar uma xícara de café do pires, enquanto o último fala sobre pedaços e fragmentos, ela pintou um retrato do artista. Ela explica que "o projeto demorou cerca de 12 horas para ser concluído. Café é um meio bem desafiador para ser usado — com água demais, os aros não se formam facilmente, com água de menos eles ficam muito fortes. E eu tive que ser muito precisa ao colocar a xícara [na tela], porque os aros seriam permanentes”.
Inspirada no cantor taiwanês Jay Chou, que tem uma música cujo primeiro verso fala sobre levantar uma xícara de café do pires, enquanto o último fala sobre pedaços e fragmentos, ela pintou um retrato do artista. Ela explica que "o projeto demorou cerca de 12 horas para ser concluído. Café é um meio bem desafiador para ser usado — com água demais, os aros não se formam facilmente, com água de menos eles ficam muito fortes. E eu tive que ser muito precisa ao colocar a xícara [na tela], porque os aros seriam permanentes”.
Veja como a artista fez a tela e ouça a canção que a inspirou:
https://youtu.be/VOfePvzW1tsE
Se esta fosse a única técnica impressionante da moça, já estaria de
bom tamanho, mas ela já pintou um retrato de um jogador de basquete usando como
pincel uma bola, o retrato da cantora Adele usando velas acesas, etc. MAS ISSO JÁ É OUTRA HISTÓRIA.
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Café expresso - Brasileira
Xícara geralmente usada para servir café expresso, presente da Glorinha Carvalho Dutra, minha prima. Porcelana branca, com belo decalque de um sapato de salto no lado de fora e miniatura do mesmo desenho no interior. Os detalhes mais marcantes são o formato do pires e o tamanho da xícara(bem grande).
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Xícara de café,
Xícara para café expresso
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
Xícara brasileira
Xícara de café sem marca. Porcelana branca, decorada com araucárias em preto no pires e xícara. Barrado largo em ambas as peças com desenho estilizado. No pires escrito em verde: Lembrança de Curitiba.
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Coleção Dina Faria,
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Xícara de café
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Exposição
A estranha Xícara
Texto de Zé Paiva - Engenheiro mecânico (de formação) e fotógrafo profissional (por opção), publicado originalmente no blog https://zepaiva.com/2019/01/02/a-estranha-xicra/#more-5860
Está em cartaz no Instituto Ling, em Porto Alegre, a exposição de fotografias “A Estranha Xícara”, de Luiz Carlos Felizardo. “Feliz”, para os amigos, é um dos grandes fotógrafos brasileiros. Tem um currículo invejável. Foi bolsista da Comissão Fullbright na década de 80 trabalhando sob a supervisão do mestre Frederick Sommer no Arizona. Expôs em várias cidades do Brasil e do exterior e, em 2011, foi o autor homenageado no Festival de Fotografia de Porto Alegre, com uma exposição retrospectiva no Santander Cultural. Como se não bastasse, ainda é um excelente escritor. Foi colunista da Revista Aplauso por muitos anos e publicou dois livros de crônicas: Relógio de Ver e Imago (vale a pena ler os dois).
Alguns anos atrás, quando estive pela primeira vez no seu apartamento, ele me mostrou uma das primeiras experiências onde mesclava uma de suas magníficas fotografias em preto e branco (uma ruela em alguma cidade medieval européia) com um cachorrinho fotógrafo de nome Droopy. Fiquei muito surpreso com a imagem, pois quebrava todo o paradigma que eu tinha formado sobre a obra do Felizardo. Um fotógrafo na linhagem direta dos mestres da straight photography: Weston, Adams, Stieglitz e outros. Fotografou muito tempo com câmeras de formato grande, aquelas que tem um fole e que o fotógrafo se esconde sob um pano preto para visualizar a imagem. Na época ele já estava com ataxia, uma doença que compromete seriamente a coordenação motora. Então aquele era o caminho que havia escolhido para seguir seu trabalho autoral. Resumindo, não consegui ter uma opinião sobre a imagem que ele me mostrava, fiquei desconcertado.
Vários anos depois tenho o prazer de ver esse trabalho exposto na galeria do Instituto Ling. Agora faz muito sentido. Talvez porque eu tenha vindo preparado para essa nova linguagem do Feliz. Estão expostas as imagens e os objetos pessoais que deram origem às mesmas. O título da mostra refere-se ao poema Cerâmica (1962), de Carlos Drummond de Andrade: Os cacos da vida, colados, formam uma estranha xícara./ Sem uso, / ela nos espia do aparador. Se estiver em Porto Alegre, não deixe de ver a exposição. Feliz tem lugar de destaque no panteão dos meus mestres.
QUANDO: De 20 de novembro de 2018 a 23 de março de 2019
Segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h;
Sábados, das 10h30 às 20h;
Domingos e feriados: fechado. Entrada franca
ONDE: Instituto Ling
Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras
Porto Alegre | RS)
Texto de Zé Paiva - Engenheiro mecânico (de formação) e fotógrafo profissional (por opção), publicado originalmente no blog https://zepaiva.com/2019/01/02/a-estranha-xicra/#more-5860
Está em cartaz no Instituto Ling, em Porto Alegre, a exposição de fotografias “A Estranha Xícara”, de Luiz Carlos Felizardo. “Feliz”, para os amigos, é um dos grandes fotógrafos brasileiros. Tem um currículo invejável. Foi bolsista da Comissão Fullbright na década de 80 trabalhando sob a supervisão do mestre Frederick Sommer no Arizona. Expôs em várias cidades do Brasil e do exterior e, em 2011, foi o autor homenageado no Festival de Fotografia de Porto Alegre, com uma exposição retrospectiva no Santander Cultural. Como se não bastasse, ainda é um excelente escritor. Foi colunista da Revista Aplauso por muitos anos e publicou dois livros de crônicas: Relógio de Ver e Imago (vale a pena ler os dois).
Alguns anos atrás, quando estive pela primeira vez no seu apartamento, ele me mostrou uma das primeiras experiências onde mesclava uma de suas magníficas fotografias em preto e branco (uma ruela em alguma cidade medieval européia) com um cachorrinho fotógrafo de nome Droopy. Fiquei muito surpreso com a imagem, pois quebrava todo o paradigma que eu tinha formado sobre a obra do Felizardo. Um fotógrafo na linhagem direta dos mestres da straight photography: Weston, Adams, Stieglitz e outros. Fotografou muito tempo com câmeras de formato grande, aquelas que tem um fole e que o fotógrafo se esconde sob um pano preto para visualizar a imagem. Na época ele já estava com ataxia, uma doença que compromete seriamente a coordenação motora. Então aquele era o caminho que havia escolhido para seguir seu trabalho autoral. Resumindo, não consegui ter uma opinião sobre a imagem que ele me mostrava, fiquei desconcertado.
Vários anos depois tenho o prazer de ver esse trabalho exposto na galeria do Instituto Ling. Agora faz muito sentido. Talvez porque eu tenha vindo preparado para essa nova linguagem do Feliz. Estão expostas as imagens e os objetos pessoais que deram origem às mesmas. O título da mostra refere-se ao poema Cerâmica (1962), de Carlos Drummond de Andrade: Os cacos da vida, colados, formam uma estranha xícara./ Sem uso, / ela nos espia do aparador. Se estiver em Porto Alegre, não deixe de ver a exposição. Feliz tem lugar de destaque no panteão dos meus mestres.
QUANDO: De 20 de novembro de 2018 a 23 de março de 2019
Segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h;
Sábados, das 10h30 às 20h;
Domingos e feriados: fechado. Entrada franca
ONDE: Instituto Ling
Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras
Porto Alegre | RS)
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Xícara brasileira
Xícara de café brasileira, sem marca. Porcelana branca decorada com faixas na cor salmão e galho de rosa como se fosse bordado em ponto cruz. Pires também pintado na cor salmão.
terça-feira, 25 de junho de 2019
sexta-feira, 21 de junho de 2019
Conjunto de porcelana inglesa
Conjunto composto por 5 peças (xícara de chá, xícara de café, 2 pires e prato para bolo). Porcelana branca decorada com pintura na cor
lilás da marca Wood’s & Sons (Enoch and Ralph) “English scenery”.
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Xícara de chá
terça-feira, 18 de junho de 2019
Todo mundo tem ... e usa
ESPORTISTAS
(1) Mohamed Salah (egípcio, jogador do Liverpool Footbal Club, Inglaterra)
(2) Mohamed Ali (americano, ex-boxeador)
(3) Mikel Alonso Olano (espanhol, futebolista)
(4) Zabi Alonso (espanhol, ex-jogador e agora treinador de futebol)
(5) Pelé (brasileiro, futebolista eleito o "atleta do século XX)
(6) Emerson Fittipaldi (brasileiro, ex-automobilista - Campeão Mundial de Fórmula 1:1972 e 1974)
(7) Michael Jordan (norte-americano, ex-jogador profissional de basquetebol)
(8) David Beckham (inglês, ex-futebolista)
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Carlos Drummond de Andrade

COLEÇÃO DE
CACOS
Já não coleciono selos. O mundo me inquizila.
Tem países demais, geografias demais.
Desisto.
Nunca chegaria a ter um álbum igual ao do Dr. Grisolia,
orgulho da cidade.
E toda gente coleciona
os mesmos pedacinhos de papel.
Agora coleciono cacos de louça
quebrada há muito tempo.
Cacos novos não servem.
Brancos também não.
Têm de ser coloridos e vetustos,
desenterrados — faço questão — da horta.
Guardo uma fortuna em rosinhas estilhaçadas,
restos de flores não conhecidas.
Tão pouco: só o roxo não delineado,
o carmezim absoluto,
o verde não sabendo a que xícara serviu.
Mas eu refaço a flor por sua cor,
e é só minha tal flor, se a cor é minha
no caco de tigela.
Tem países demais, geografias demais.
Desisto.
Nunca chegaria a ter um álbum igual ao do Dr. Grisolia,
orgulho da cidade.
E toda gente coleciona
os mesmos pedacinhos de papel.
Agora coleciono cacos de louça
quebrada há muito tempo.
Cacos novos não servem.
Brancos também não.
Têm de ser coloridos e vetustos,
desenterrados — faço questão — da horta.
Guardo uma fortuna em rosinhas estilhaçadas,
restos de flores não conhecidas.
Tão pouco: só o roxo não delineado,
o carmezim absoluto,
o verde não sabendo a que xícara serviu.
Mas eu refaço a flor por sua cor,
e é só minha tal flor, se a cor é minha
no caco de tigela.
O caco vem da terra como fruto
a me aguardar, segredo
que morta cozinheira ali depôs
para que um dia eu o desvendasse.
Lavrar, lavrar com mãos impacientes
um ouro desprezado
por todos da família. Bichos pequeninos
fogem de revolvido lar subterrâneo.
Vidros agressivos
ferem os dedos, preço
de descobrimento:
a coleção e seu sinal de sangue;
a coleção e seu risco de tétano;
a coleção que nenhum outro imita.
Escondo-a de José, por que não ria
nem jogue fora esse museu de sonho.
a me aguardar, segredo
que morta cozinheira ali depôs
para que um dia eu o desvendasse.
Lavrar, lavrar com mãos impacientes
um ouro desprezado
por todos da família. Bichos pequeninos
fogem de revolvido lar subterrâneo.
Vidros agressivos
ferem os dedos, preço
de descobrimento:
a coleção e seu sinal de sangue;
a coleção e seu risco de tétano;
a coleção que nenhum outro imita.
Escondo-a de José, por que não ria
nem jogue fora esse museu de sonho.
Carlos Drummond
de Andrade
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Xícara brasileira
Xícara de café. Porcelana branca, com barrado em dourado. Guirlanda de flores coloridas e arabescos amarelos e cinza. Mesmo modelo e decoração de xícara postada em 16-9-2010, entretanto esta tem a inscrição “Lembrança de Caxambu”. Coleção Dina Faria.
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Xícara de café
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Miniatura brasileira
Miniatura. Porcelana branca estampada com figura de gueixa, caçador e animal. Frisos grossos dourados. Asa com ponta dourada. Xícara: 1,6 cm de altura, 2,9 cm de largura. Pires: diâmetro de 3,6 cm.
Jacqui Faye
Ela pinta uma
grande variedade de assuntos, mas seu foco é principalmente em trabalhos
figurativos. Reconhecida por sua série "Red Shoe", Jacqui pinta
composições lúdicas, inocentes e às vezes provocantes usando os sapatos
vermelhos para contar a história.
Atualmente
residindo em San Antonio, as obras de Jacqui podem ser encontradas em coleções
particulares nos EUA, assim como na Inglaterra, Escócia, País de Gales e
Canadá.
segunda-feira, 3 de junho de 2019
quinta-feira, 16 de maio de 2019
13º Concurso Brasileiro de Haicai Infanto-juvenil (2014)
Geada de inverno
No calor da xícara quente
Aconchego das mãos.
No calor da xícara quente
Aconchego das mãos.
Autora:Taís Amanda Rodrigues (6º lugar): TAÍS AMANDA RODRIGUES
12 anos (aluna do Colégio Estadual de Faxinal dos Francos - Rebouças, PR)
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Faiança inglesa
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Xícara de chá
Eu e ela
Ela e eu - adaptação de uma foto minha e de Mariana (minha neta), dentro de uma xícara, feita por Adriana Outeiro, minha nora. Muito amor envolvido.
Chávena de chá
Chávena de chá
Os factos fizeram-me gelar. Na
ânsia de me aquecer, fui buscar uma chávena de chá. Diante de mim eu a
observava. O meu reflexo era a única coisa que via naquele momento. De repente
a minha imagem fica turva, uma lágrima derramei sobre ela. Uma após outra, até
a chávena encher! Afinal só serviu para as lágrimas aparar, porque quente já
não estava. Não consegui aquecer a alma! Mais uma chávena de chá por favor…
Texto publicado originalmente no Blog: World Art Friends (ttp://www.worldartfriends.com/pt/club/poesia/ch%C3%A1vena-de-ch%C3%A1)
segunda-feira, 13 de maio de 2019
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Este conjunto é brasileiro
Delicado conjunto (miniatura) composto por bandeja, bule e 2 xícaras, decorado com pequenos ramalhetes de flores (vejam o tamanho comparado a uma moeda de 1 Real).
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Bules,
Minha coleção,
Miniaturas
segunda-feira, 6 de maio de 2019
quinta-feira, 2 de maio de 2019
terça-feira, 30 de abril de 2019
A magia do coração
The Magic of the Heart
In the old cup of tea. hibiscus petals, roses And pomegranates floating, revealing secrets ... Thoughts, dreams and desires, Love and scenes from the past and future, Designed for enchanted scrolls, Unraveled mysteries, Intense magic of the heart... |
A Magia do coração
Na antiga xícara de chá.
Pétalas de hibiscus, rosas E romãs flutuam, revelando segredos... Pensamentos, sonhos e desejos, Amor e cenas do passado e futuro, Desenhados em pergaminhos encantados, Mistérios desvendados, Intensa magia do coração... |
Vanice Zimerman, 31/10/2017
Publicado originalmente no blog http://vaniceferreira.blogspot.com/2017
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Miniatura com sol e lua
Miniatura confeccionada em
resina branca com a pare de fora em azul bem claro. Em relevo, uma carinha de
sol em amarelo e laranja. A alça é uma lua minguante em amarelo. Frisos bancos
e pequeninas estrelas brancas.
O livro do café
Autora:Anette Moldvaer
Editora: Publifolha
Ano: 2016
Vejam que linda capa! Neste livro a especialista Anette Moldvaer aborda todos os aspectos ligados à bebida. Da
história, começando pelas origens incertas possivelmente na África, às
características das espécies e informações sobre o plantio e o beneficiamento,
apresenta também um roteiro global dos maiores e melhores produtores do mundo,
com mapas e dados detalhados. Traz também orientações passo a passo para
preparar a bebida em diversos tipos de cafeteira – entre elas, máquina de
expresso, prensa francesa, Aeropress, sifão e ibrik; roteiro para degustação;
ilustrações dos recipientes mais adequados para servir cada tipo; e mais de 100
receitas quentes ou frias, que valorizam o sabor do café, incrementado com
xaropes, bebidas alcoólicas, chocolate, chantili, entre outros (resenha da editora).
quinta-feira, 4 de abril de 2019
Karen Offutt
Karen Offutt é uma pintora norte-americana, impressionista e figurativa, que nasceu em 1967 em Dallas, Texas.
quarta-feira, 3 de abril de 2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
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